Contagem Regressiva!

domingo, 21 de agosto de 2011

Explica esse boi ae!






     Todos já devem ter visto o nosso “mascote”(a máscara do boi) rondando por aé e já devem ter se perguntado:  Afinal o que significa esse boi? Qual é a relação dele com a cidade de Pirenópolis? Essas indagações já devem ter rondado a cachola de muita gente por ai. Vamos esclarecer isso então!

    A máscara do boi faz parte do figurino usado nas Cavalhadas de Pirenópolis! AAAAH MULEQUE! Kes kra!... mas e o que são essas cavalhadas, seus babacas? 
     “As Cavalhadas de Pirenópolis são atividades que giram em torno de uma representação dramática equestre de uma luta entre Mouros e Cristãos pela soberania da Península Ibérica durante a Idade Média na Europa e são alegrados por centenas de mascarados, montados a cavalo ou não. O mascarado típico de Pirenópolis usa a máscara de boi. Esta festa é considerada como uma das mais belas e expressivas do Brasil” 






     Então é isso aí galera, agora que vocês já estão mais a par do nosso querido mascote, é só aguardar que logo estaremos com ele em vários cantos da nossa República Federativa haha. Ó O BOI Ó O BOI! 





Por Raylla Hariel


sábado, 20 de agosto de 2011

Modelos de PIRIguetes

FALA GALERA!
Tirar a poeira desse blog, jogar um carvão, e botaaar fogo nisso aqui hein...

De início, pra não perder o costume de falar / fazer babaquices vou apresentar a vocês uma pequena ideia que tive. É de conhecimento de todos que a sociedade é dividida em vários níveis sociais, culturais, étnicos, etc... e uma fatia dela é composta pelas nossas queridas PIRIGUETES! Muitas vezes criticadas, mas sempre com seu glamour piriguetiano.
Enfim, resolvi criar uma subsessão para nossas queridas amigas se enquadrarem, e já proponho que em cada subsessão seja escolhida uma miss, a miss PIRI(guete)!
Vamos a elas:

1) PIRICAT

A PIRICAT é aquela piriguete linda, absoluta, glamourosa, que só sobe em cima de crossfox, só bebe 'RÉDILEIBEL' e frequenta apenas top abelvolks e boates open bar.





2) PIRINETE

 A PIRINETE é aquela piriguete de 2 turnos, durante o dia ela lava vasilha com blusa branca, limpa o chão em posições inadequadas (ou não) e dá em cima do patrão só pra não perder a prática, mas saindo do serviço, ela tira a faixa da cabeça e parte pro ataque!


3) PIRIFAT
 
A PIRIFAT é um caso peculiar, ela é daquelas senhoritas que estão com um certo sobrepeso, mas isso não faz com que a auto-estima dela caia, pelo contrário, ela passa manteiga pelo corpo inteiro, faz sua prece, e 'se joga' naquela calça com 2 números a menos... e digo mais, mesmo sem ar, ela sobe em cima dakele salto com base reforçada em titânio, pinta a cara inteira com cores quentes pra chamar uzgato e mira o primeiro carro pra subir (e destruir).


Então é isso aí gente, dêem sua opinião acerca desse grupo tão importante da sociedade, e nos desculpe pelo conteúdo digamos 'não-didático'. Mas temos que manter um pouco da fanfarronice pra deixar nossos dias mais felizes.
Beijos seus lindo, e até o EREA PIRI 2012!




quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mão na Massa

O Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Regional Centro – EREA CENTRO de 2012 será realizado na cidade de Pirenópolis e terá como temática ampla a arquitetura realizada como obra e não apenas a concepção do projeto; este é o meio, a obra é o fim, ou seja, vamos colocar a MÃO NA MASSA. Com este objetivo, o EREA PIRI irá incentivar o arquiteto em formação em participar ativamente de oficinas, experiências e obras de pequeno porte, aprimorando o conhecimento adquirido em materiais, sistemas construtivos, tecnologias em eficiência energética e obras de baixo impacto, com a participação da comunidade local e da sociedade organizada.

A contemporaneidade da temática MÃO NA MASSA é fundamentada na Carta de Recife no Congresso Nacional de Arquitetos 2010, como premissa na reforma do ensino de arquitetura no Brasil: “A reversão do modelo predatório de desenvolvimento, que implica na mudança de modos de consumo, exigirá dos arquitetos novos meios de projeto e construção sustentáveis com o enfrentamento crítico e propositivo dos desafios do desenvolvimento. Novos modos de educação dos futuros profissionais deverão ser adotados.”

O EREA PIRI irá iniciar um processo conceitual no ensino de arquitetura necessário para um maior esclarecimento do trabalho e participação do arquiteto na sociedade, até mesmo em função da criação do CAU, e resgatar uma máxima da formação do arquiteto dita por Lúcio Costa: "Arquitetura é antes de mais nada construção, mas construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção.” Desta forma, MÃO NA MASSA irá resgatar a nossa atribuição principal e defendida por um dos grandes mestres da arquitetura brasileira.

O conhecimento tecnológico aplicado em obras é um grande instrumento do arquiteto na busca atual na esfera mundial que é a cidade sustentável, remetidas a cidades construídas e projetadas pensando nos impactos ambientais, sociais, econômicos e culturais de seu desenvolvimento e crescimento. Iniciou-se pelas ecocidades, apenas no aspecto ambiental, em diminuir a “pegada ecológica” das áreas urbanas, com o mínimo de poluição possível e uso eficiente dos recursos através da reciclagem, energias renováveis, onde mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas com combate às mudanças climáticas, à miséria, e a degradação da biodiversidade.
Os arquitetos e urbanistas brasileiros e demais profissionais têm trazido a sustentabilidade para sua atuação profissional, para viabilizar as construções sustentáveis. Mas, sem o domínio do processo construtivo e da conservação e manutenção dos edifícios na cidade de forma sistêmica, englobando aspectos ambientais, econômicos, sociais e culturais, o arquiteto em formação não poderá dar a resposta que a sociedade tanto espera de nós sem esses conhecimentos e assim, o EREA PIRI com a MÃO NA MASSA prospecta esta realidade, iniciando este processo de conscientização no ensino que irá transformar, de forma positiva, a nossa participação específica na cidade sustentável.  

O arquiteto Siegbert Zanettini afirma que a arquitetura contemporânea apóia-se em fundamentos que incluem questões sobre ecoeficiência, sustentabilidade, utilização de condições climáticas naturais, incorporação de novas formas de energia, interação com os contextos construídos e naturais, reuso de águas servidas, tecnologias limpas, preocupações com seu uso, operação e manutenção, reciclagem dos materiais, relação custo-benefício equilibrada, entre outros aspectos relevantes.

De acordo com a Dra. Claudia Amorim da UnB, a situação atual do meio ambiente construído exige da arquitetura contemporânea  a produção de projetos arquitetônicos bioclimáticos, que permitem grande liberdade formal, estética e construtiva, uma vez que o arquiteto contemporâneo possui um vasto repertório de formas, materiais, sistemas construtivos e linguagens que facilitam desde a etapa de pré-projeto à adaptação da edificação ao clima local, bem como a outras exigências relacionadas à sustentabilidade; e para finalizar, citamos o grande mestre Lelé: “O produto final do arquiteto é a obra, o projeto é o meio utilizado para se chegar à uma construção final que atenda a sociedade; é urgente a reforma no ensino de arquitetura no Brasil com o foco nos materiais, nos sistemas estruturais e construtivos.”


Renato de Melo Rocha
Diretor da Escola do Ambiente - Anápolis
Coordenador do REARQ – GYN/SÃO/BCN